terça-feira, 12 de julho de 2011

Pagot nega descompostura de Dilma com cúpula do Dnit

O diretor afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura em Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot, esclareceu aos senadores que está de férias, e não afastado temporariamente do cargo.

Em resposta ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ele negou que as cúpulas do Dnit e do Ministério dos Transportes tenham enfrentado uma "descompostura" da presidente Dilma Rousseff.

O tucano perguntou se ele confirmava a informação da Revista Veja de que Dilma tenha afirmado, em reunião com as cúpulas do Dnit e dos Transportes, que esses órgãos estavam "descontrolados" e que seus gestores "precisavam de babás". O diretor do Dnit respondeu que não acredita em "ministério descontrolado".

Ele confirmou a reunião com a presidente, mas ressaltou que as cobranças de Dilma foram respeitosas.

Comentário:

É, as cobranças devem ter sido muito respeitosas: “Senhor, faça-me o especial favor de demitir sumariamente aqueles seus quatro diretores corruptos e ladrões”. Vindo de Dilma e acreditando em sua fama, resta saber o que quer dizer “respeitosa”. É um anjo! Rabo preso é uma beleza, Pagot não pagou o pato, paga-lo-á Dilma, quem sabe?

Corumbá

Agência Estado

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Conectado enfim

Bem, assim como fui desconectado no dia 6, fui novamente conectado hoje.

Assim como não consegui descobrir porque fui desconectado, também não descobri porque fui conectado.

Portanto, a partir de agora, os dois blogues – Blog do Corumbá e Análises do Corumbá - voltam a se separar e voltam também aos seus objetivos iniciais.

Muito obrigado pela compreensão de todos.

Corumbá

Deborah Guerner se licencia por mais três meses do Ministério Público do DF

Foto
DEBORAH GUERNER

A promotora Deborah Guerner, acusada de receber propina para vazar informações sigilosas no escândalo da Caixa de Pandora, renovou nesta segunda (11) sua licença médica.

Guerner, que já estava afastada de suas funções desde abril, apresentou ao Ministério Público do Distrito Federal um atestado de 90 dias.

Segundo a promotoria, Deborah tem direito a se manter ausente através de licenças por um período de até dois anos antes de ter de cumprir a obrigatoriedade de uma perícia na junta médica do órgão.

Comentário:

Quem criou ou propôs esta norma, sabia o que estava fazendo. Dois anos mentindo sem precisar nem estar doente, sem precisar provar nada…já pensou numa empresa responsável que precisasse mostrar serviço? O que será que ela fazia no MP? Por que eu tenho que pagar o salário dela?

Corumbá

baseado em texto de Cláudio Humberto

Nota de Esclarecimento.

JOSÉ RAUL TEIXEIRA

Quero informar aos caros amigos que visitam o meu site, que está sendo divulgada uma página no FACEBOOK como se fosse minha. O seu autor faz constar minha foto, capas de alguns livros psicografados por mim e dados do Remanso Fraterno, nossa obra social, o que é fácil de se obter nas publicações que faço.
Mais ainda, o responsável pela página (que deseja passar-se por mim) está respondendo a perguntas que são enviadas à referida página, em meu nome, e muitos pensam que seja eu o autor dessas respostas.
Venho preveni-los de que NÃO me pertence tal página. NÃO tenho nada no FACEBOOK. NÃO costumo responder a perguntas por esse veículo.
Como o autor de tudo isso faz uso do meu nome, imagem e obras indevidamente, não pode ter boas intenções. Por isso medidas judiciais já estão sendo tomadas a respeito.
Peço-lhes para que divulguem que tal página do FACEBOOK não é de minha responsabilidade nem de minha autoria, e que nada tenho a ver com ela.
Muito obrigado,
Raul Teixeira.
O site do Remando Fraterno, instituição do Raul é http://www.remansofraterno.org.br

Grupo de Estudos Espíritas Paz de Espírito

Corumbá

domingo, 10 de julho de 2011

Cotado para ministro,Maggi é alvo de inquérito no STF

O senador Blairo Maggi (PR-MT), cotado para assumir o Ministério dos Transportes, é alvo de investigação que corre no STF. O Ministério Público Federal acusa Maggi de crimes ambientais cometidos em Mato Grosso no ano de 2007, quando ele era governador do Estado. Além do processo do Supremo, Maggi figura como réu numa ação civil aberta em 2008. Corre na 5ª Vara da Justiça Federal no DF.

Nessa mesma ação, encontra-se acomodado no banco de réus o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, apadrinhado de Maggi.

A encrenca ambiental nasceu de um surto de queimadas que infelicitou Mato Grosso. As chamas consumiram parques e reservas localizadas no Estado. Incomodado, o juiz Julier da Silva, 1ª Vara Federal de Cuiabá, determinou que a Polícia Federal identificasse os responsáveis.

Realizaram-se perícias. Perscrutaram-se imagens de satélite. Detectaram-se licenças ambientais ilegais concedidas pelo governo Maggi.

Acionado, o Ministério Público responsabilizou Maggi e servidores de órgãos ambientais do Estado pelas queimadas.

A denúncia subiu para o STJ, o tribunal que tem poderes para julgar governadores. A eleição de Maggi para o Senado levou os autos ao STF, o foro dos congressistas.

Comentário:

Parece que o governo Dilma está com uma tremenda crise ética: pula de desonesto em desonesto! Ou será que Dilma resolveu expor todos os desonestos do governo Lula para se livrar da pressão do governo anterior? Incrível a quantidade de desonestos e de substitutos desonestos no ministério da Dilma! Herança? De quem?

Corumbá

Fonte: Blog do Josias

Boqueio do Blogue

Desde o dia 05/06/2011, identifiquei que não conseguia mais acessar o meu “Blog do Corumbá”.

Na verdade, não sei bem o motivo pois não estou conseguindo nem ter informações. Ou o link está com problemas ou fui bloqueado. Prefiro a primeira alternativa.

Sempre que tento postar uma nova informação, recebo a mensagem: “Blog indisponível neste momento. Tente novamente mais tarde”.

Se alguém souber o motivo desta “indisponibilidade” que já dura seis dias, me diga.

Provisoriamente, estou usando este blogue “Análises do Corumbá” para postar mensagens, notícias e comentários dos dois blogues.

Peço desculpas a todos pelos inconvenientes.

Corumbá

domingo, 26 de junho de 2011

Os segredos de Sarney e Collor

Enviado por Mary Zaidan - 26.06.2011

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Então está tudo certo. Não passou de mais um mal entendido da série de incompreensões que insiste em perturbar os primeiros meses do governo Dilma Rousseff. A presidente, que antes não queria, depois queria, e agora não quer de novo, enterrou de vez essa história de sigilo eterno para documentos ultrassecretos.

Livrou-se da indução hipnótica dos ex-presidentes José Sarney e Collor de Mello, que queriam porque queriam trancafiar segredos para todo o sempre.

Quem estalou os dedos e quebrou o encanto foi o Itamaraty. Assegurou que o Paraguai não reivindicará territórios de volta, que não há conflitos passados que perturbem o Acre nem qualquer outra fronteira geográfica ou de amizade entre os países com os quais o Brasil se relaciona ou se relacionou desde o descobrimento.

Só resta saber por quais sigilos Sarney e Collor tanto se bateram. Queriam esconder o que?

Como vão guardar em segredo absoluto suas motivações, permite-se liberdade plena para qualquer tipo de conclusão. E, a julgar pela folha corrida de ambos, nada indica ser boa coisa.

Não vamos descobrir nunca. Talvez as próximas gerações até consigam, caso o Senado não modifique a proposta da Câmara de abrir os documentos ao público em, no máximo, 50 anos.

Mas a realidade não se pode esconder.

Donos e herdeiros de clãs que dominam seus estados e dão cartas em outros tantos, Sarney e Collor fizeram glória e fortuna exatamente nos maiores paraísos de miséria do país.

Em todos os indicadores sociais, o Maranhão de José Sarney só ganha das Alagoas de Collor de Mello. Os dois estados têm os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) – Maranhão, 0,683, e Alagoas, 0,677 - ; lideram os rankings de analfabetismo e de mortalidade infantil - Alagoas com 66 mortes por mil de crianças até um ano de vida e o Maranhão com 39 em mil -, e o de menor expectativa de vida. Somam-se aí taxas pornográficas de saneamento: o Maranhão tem apenas 1,4% de esgoto tratado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico.

Ao querer manter debaixo do tapete atos de quando ocupavam o Palácio do Planalto – único motivo plausível para tanto empenho no sigilo eterno de documentos – Sarney e Collor, que, como se vê, não têm qualquer apreço pela população de seus estados, condenando-as à pobreza eterna, perpetuam-se como símbolos do que há de mais nocivo ao país.

E isso não é segredo.

Corumbá