segunda-feira, 11 de julho de 2011

Deborah Guerner se licencia por mais três meses do Ministério Público do DF

Foto
DEBORAH GUERNER

A promotora Deborah Guerner, acusada de receber propina para vazar informações sigilosas no escândalo da Caixa de Pandora, renovou nesta segunda (11) sua licença médica.

Guerner, que já estava afastada de suas funções desde abril, apresentou ao Ministério Público do Distrito Federal um atestado de 90 dias.

Segundo a promotoria, Deborah tem direito a se manter ausente através de licenças por um período de até dois anos antes de ter de cumprir a obrigatoriedade de uma perícia na junta médica do órgão.

Comentário:

Quem criou ou propôs esta norma, sabia o que estava fazendo. Dois anos mentindo sem precisar nem estar doente, sem precisar provar nada…já pensou numa empresa responsável que precisasse mostrar serviço? O que será que ela fazia no MP? Por que eu tenho que pagar o salário dela?

Corumbá

baseado em texto de Cláudio Humberto

Nota de Esclarecimento.

JOSÉ RAUL TEIXEIRA

Quero informar aos caros amigos que visitam o meu site, que está sendo divulgada uma página no FACEBOOK como se fosse minha. O seu autor faz constar minha foto, capas de alguns livros psicografados por mim e dados do Remanso Fraterno, nossa obra social, o que é fácil de se obter nas publicações que faço.
Mais ainda, o responsável pela página (que deseja passar-se por mim) está respondendo a perguntas que são enviadas à referida página, em meu nome, e muitos pensam que seja eu o autor dessas respostas.
Venho preveni-los de que NÃO me pertence tal página. NÃO tenho nada no FACEBOOK. NÃO costumo responder a perguntas por esse veículo.
Como o autor de tudo isso faz uso do meu nome, imagem e obras indevidamente, não pode ter boas intenções. Por isso medidas judiciais já estão sendo tomadas a respeito.
Peço-lhes para que divulguem que tal página do FACEBOOK não é de minha responsabilidade nem de minha autoria, e que nada tenho a ver com ela.
Muito obrigado,
Raul Teixeira.
O site do Remando Fraterno, instituição do Raul é http://www.remansofraterno.org.br

Grupo de Estudos Espíritas Paz de Espírito

Corumbá

domingo, 10 de julho de 2011

Cotado para ministro,Maggi é alvo de inquérito no STF

O senador Blairo Maggi (PR-MT), cotado para assumir o Ministério dos Transportes, é alvo de investigação que corre no STF. O Ministério Público Federal acusa Maggi de crimes ambientais cometidos em Mato Grosso no ano de 2007, quando ele era governador do Estado. Além do processo do Supremo, Maggi figura como réu numa ação civil aberta em 2008. Corre na 5ª Vara da Justiça Federal no DF.

Nessa mesma ação, encontra-se acomodado no banco de réus o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, apadrinhado de Maggi.

A encrenca ambiental nasceu de um surto de queimadas que infelicitou Mato Grosso. As chamas consumiram parques e reservas localizadas no Estado. Incomodado, o juiz Julier da Silva, 1ª Vara Federal de Cuiabá, determinou que a Polícia Federal identificasse os responsáveis.

Realizaram-se perícias. Perscrutaram-se imagens de satélite. Detectaram-se licenças ambientais ilegais concedidas pelo governo Maggi.

Acionado, o Ministério Público responsabilizou Maggi e servidores de órgãos ambientais do Estado pelas queimadas.

A denúncia subiu para o STJ, o tribunal que tem poderes para julgar governadores. A eleição de Maggi para o Senado levou os autos ao STF, o foro dos congressistas.

Comentário:

Parece que o governo Dilma está com uma tremenda crise ética: pula de desonesto em desonesto! Ou será que Dilma resolveu expor todos os desonestos do governo Lula para se livrar da pressão do governo anterior? Incrível a quantidade de desonestos e de substitutos desonestos no ministério da Dilma! Herança? De quem?

Corumbá

Fonte: Blog do Josias

Boqueio do Blogue

Desde o dia 05/06/2011, identifiquei que não conseguia mais acessar o meu “Blog do Corumbá”.

Na verdade, não sei bem o motivo pois não estou conseguindo nem ter informações. Ou o link está com problemas ou fui bloqueado. Prefiro a primeira alternativa.

Sempre que tento postar uma nova informação, recebo a mensagem: “Blog indisponível neste momento. Tente novamente mais tarde”.

Se alguém souber o motivo desta “indisponibilidade” que já dura seis dias, me diga.

Provisoriamente, estou usando este blogue “Análises do Corumbá” para postar mensagens, notícias e comentários dos dois blogues.

Peço desculpas a todos pelos inconvenientes.

Corumbá

domingo, 26 de junho de 2011

Os segredos de Sarney e Collor

Enviado por Mary Zaidan - 26.06.2011

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Então está tudo certo. Não passou de mais um mal entendido da série de incompreensões que insiste em perturbar os primeiros meses do governo Dilma Rousseff. A presidente, que antes não queria, depois queria, e agora não quer de novo, enterrou de vez essa história de sigilo eterno para documentos ultrassecretos.

Livrou-se da indução hipnótica dos ex-presidentes José Sarney e Collor de Mello, que queriam porque queriam trancafiar segredos para todo o sempre.

Quem estalou os dedos e quebrou o encanto foi o Itamaraty. Assegurou que o Paraguai não reivindicará territórios de volta, que não há conflitos passados que perturbem o Acre nem qualquer outra fronteira geográfica ou de amizade entre os países com os quais o Brasil se relaciona ou se relacionou desde o descobrimento.

Só resta saber por quais sigilos Sarney e Collor tanto se bateram. Queriam esconder o que?

Como vão guardar em segredo absoluto suas motivações, permite-se liberdade plena para qualquer tipo de conclusão. E, a julgar pela folha corrida de ambos, nada indica ser boa coisa.

Não vamos descobrir nunca. Talvez as próximas gerações até consigam, caso o Senado não modifique a proposta da Câmara de abrir os documentos ao público em, no máximo, 50 anos.

Mas a realidade não se pode esconder.

Donos e herdeiros de clãs que dominam seus estados e dão cartas em outros tantos, Sarney e Collor fizeram glória e fortuna exatamente nos maiores paraísos de miséria do país.

Em todos os indicadores sociais, o Maranhão de José Sarney só ganha das Alagoas de Collor de Mello. Os dois estados têm os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) – Maranhão, 0,683, e Alagoas, 0,677 - ; lideram os rankings de analfabetismo e de mortalidade infantil - Alagoas com 66 mortes por mil de crianças até um ano de vida e o Maranhão com 39 em mil -, e o de menor expectativa de vida. Somam-se aí taxas pornográficas de saneamento: o Maranhão tem apenas 1,4% de esgoto tratado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico.

Ao querer manter debaixo do tapete atos de quando ocupavam o Palácio do Planalto – único motivo plausível para tanto empenho no sigilo eterno de documentos – Sarney e Collor, que, como se vê, não têm qualquer apreço pela população de seus estados, condenando-as à pobreza eterna, perpetuam-se como símbolos do que há de mais nocivo ao país.

E isso não é segredo.

Corumbá

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Qual a sua contribuição?

por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br

Na semana passada, quando me propus estudar o tema Colaboração, para o Grupo de estudos dos Valores Humanos, o fiz pensando no Facebook e no impacto da convivência com as redes de relacionamento em nossa vida. Como sou uma pessoa muito observadora, tenho prestado atenção nos meus amigos do Facebook e nos seus posts, e percebi que alguns posicionamentos se repetem.

Algumas pessoas fazendo denúncias, mostrando escândalos, maus tratos aos animais, coisas muito triste de se ver, e qual seria o intuito? Chocar? Dizer que o nosso mundo é difícil e que alguém precisa fazer alguma coisa?

Pois bem, todos nós já sabemos que o mundo é difícil. Todos nós sabemos um monte de coisas, mas e qual atitude nos cabe? O que podemos fazer para o mundo ser um pouco melhor? Qual a sua contribuição?

Sou totalmente favorável à informação, acho que devemos estar conscientes de tudo o que nos cerca, lembrando que a realidade é sempre relativa à consciência e nível de compreensão, porque, muitas vezes, infelizmente, as pessoas criticam coisas que não se deram o tempo de compreender com o aprofundamento necessário.

Na verdade, sou contra a crítica pura e simples. Acho que para toda descoberta negativa, temos que ter uma ação pessoal, mesmo quando o problema não bate à nossa porta. Se sabemos de um fato muito ruim, como violência, falta de condições de pessoas pobres, ou da falsidade dos políticos, temos que pensar em seguida qual o nosso papel para mudar isso. Se sou médico, dentista, professor, publicitário, empresário, terapeuta, não importa. O que vale é pensar o que cada um pode fazer para melhorar esse mundo que é nosso.

Nós fazemos o mundo. Aliás, essa é mais uma frase que poderia estar estampando o Facebook de alguém. Pois tenho observado que muita gente está gastando tempo pesquisando mensagens lindas, pensamentos iluminados, citações de pensadores famosos. O que acho muito bacana. Tem dias que meu Facebook fica lotado desses pensamentos. Então, não sei se me animo pensando que o nosso mundo tem esperança, ou se desconfio de tantas citações maravilhosas. Afinal, quem está atrás da tela do computador continua sendo uma pessoa normal, com desafios diários como todos nós.

O que vem em minha mente é o pensamento de que precisamos de mais ações positivas para de fato melhorar o nosso mundo. Espiritualmente, sabemos que antes de uma ação precisa acontecer um impulso que gera um pensamento e depois uma atitude. Assim, espero que para todas as mensagens iluminadas e cheias de boas intenções aconteça em seguida uma atitude firme, forte e com perseverança. E que aquele que postou um pensamento iluminado o coloque em prática. E que esse impulso vença a barreira do esquecimento, porque no Facebook alguns minutos podem ser o tempo que essa mensagem apareça na tela.

Pode ser que você concorde comigo e, se assim for, pense na sua vida. Qual a sua colaboração? Porque viver apenas para realizar os pequenos atos diários de conquista da individualidade, da auto-suficiência é uma passo importante da vida, mas não deveria ser o único objetivo das pessoas. Todos temos que nos desenvolver na profissão, cuidar da família, da cidade onde moramos, mas... e depois o que vem? Os desejos nunca vão terminar, sempre almejaremos algo mais para preencher o vazio existencial que nos acompanha.

Fica a minha indagação: O que podemos fazer de melhor para o nosso mundo? Para preencher de verdade o coração?

 

por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
E-mail: morlovas@terra.com.br

Corumbá

Branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero... Pra quê ?

Enviado por: Ives Gandra da Silva Martins*

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Rousseff o direito de terem um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria!

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

( * Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ) .

INCISO IV DO Art. 3º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL A QUE SE REFERE O DR. IVES GRANDA, NA ÍNTEGRA:

"promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)

Corumbá